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REPERTÓRIO

Pernaltas Por Julia Ruiz.JPG
PERNALTAS

Direção Rachel de Boa e Gui Awazu

Pesquisa técnica, cênica e pedagógica, compondo acrobacias coletivas para se relacionar e criar com pessoas e suas pernas de pau.

Moko by Ricardo Avelar.jpg
MOKO

Direção Ronaldo Aguiar

É um espetáculo de perna de pau e ritmos afroindígenas que convida o público a uma jornada acrobática, espiritual e emocional pelo cosmograma bakongo.

Quadrilhão by Guilherme Augusto_edited.jpg
QUADRILHÃO

Direção Rachel de Boa e Gui Awazu

Um espetáculo mágico de pernaltas reinterpreta a cultura popular em um quadrilhão interativo focado no casamento da bandeirinha com o correio elegante.

A Alta da Aparecida by OlhosdeGi.jpg
A ALTA DA APARECIDA

Direção Alexandre Souza

Autoficção que transforma memórias familiares em uma narrativa fantástica para reforçar a importância de contar histórias para que elas não sejam esquecidas.

Em breve!

Caminhos da Saracura by Francisco Gomide_edited_edited.jpg
CAMINHOS DA SARACURA

Direção Mafalda Pequenino

Utiliza acrobacias e perna de pau para resgatar rios e histórias invisibilizadas, promovendo a conexão com a natureza e o direito à cidade.

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RETIRANTES

Direção Ronaldo Aguiar

Inspirado no universo sertanejo e a memória para refletir sobre as partidas e mudanças, mostrando que nosso verdadeiro lar está onde quer que estejamos, pois levamos nossas memórias conosco.

Trupe Baião de 2

Rachel de Boa e Gui Awazu

a Trupe Baião de 2 é uma companhia de circo contemporâneo sediada no bairro do Bixiga, em São Paulo. A trajetória da dupla é profundamente marcada pela relação espacial com a cidade, compreendendo o espaço público não apenas como palco, mas como território de vivência, treinos, ensaios, festas e arte-educação.

 

A pesquisa artística da Trupe fundamenta-se no desejo de dar corpo à memória, contar histórias e reivindicar o direito à cidade e aos seus traçados originais. Em sua poética cênica, Rachel de Boa apoia-se na autoficção, enquanto Guilherme Awazu transita pelo afrofuturismo, utilizando corpos acrobáticos para sonhar e inventar futuros possíveis.

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Foto por Ricardo Avelar.jpg
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